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Um chef local revela os restaurantes da ilha que nunca encontrará nos guias turísticos
Os melhores restaurantes em qualquer ilha nunca estão nos guias turísticos. Estão por estradas sem sinalização, atrás de portas comuns, abertos apenas quando o dono assim o decide.
Um lagar de azeite convertido nas colinas acima da costa. O menu muda diariamente baseado no que está disponível. O dono decide quando já comeram o suficiente.
Casa da avó. Literalmente. Sete mesas numa cozinha familiar. A avó cozinha. A neta serve.
Um bar de pescadores que de alguma forma se tornou restaurante. O peixe entra ao meio-dia. O almoço é servido à uma. Quando acaba, acabou.
Um restaurante de quinta nas montanhas. Tudo vem dos campos circundantes. O vinho é feito na cave.
Uma adega antiga convertida em sala de jantar. Paredes de pedra. Mesas de madeira. Comida que não mudou em cem anos.
O miradouro. Um restaurante familiar numa borda de falésia. A comida é simples. A vista não é.
O pico alto. Um restaurante a 800 metros. Vão pelo pôr-do-sol. Ficam pela comida.
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A equipa editorial da KIVO dedica-se a descobrir e partilhar as melhores histórias das ilhas, desde arquitetura e design até experiências autênticas e encontros culturais.